O PPGS/USP tem o firme compromisso de formar cientistas cujo trabalho seja reconhecido por seu compromisso ético com o avanço da Sociologia, com a prática da ciência aberta, com o rigor no reconhecimento e na citação correta das suas fontes e referências de pesquisa. Para orientar o trabalho de pessoas mestrandas e doutorandas nesse aprendizado, disponibilizamos aqui textos e orientações gerais sobre temas relacionados a boas práticas científicas.

Em primeiro lugar, se a pesquisa envolve interlocução com seres humanos (por meio de entrevistas, grupos focais, etnografia, entre outras técnicas), ela necessita passar por uma análise ética pelo sistema CEP/Conep. A página da Comissão de Pesquisa e Inovação da FFLCH traz todas as informações necessárias.

A USP e a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de São Paulo) possuem manuais de boas práticas científicas que você pode acessar aqui e aqui.

Um aspecto fundamental das boas práticas científicas é a atenção para todas as formas de plágio. O PPGS/USP não admite plágio de qualquer natureza ou abrangência. Neste pequeno texto de Ken Kirkpatrick, professor da DePauw University (Indiana, Estados Unidos), você encontrará um guia rápido sobre o tema.

O aperfeiçoamento do fazer científico têm exigido cada vez mais a adoção e o aperfeiçoamento das práticas de Ciência Aberta: “A Ciência Aberta tem como finalidade tornar os achados e processos da pesquisa científica abertos, transparentes e reprodutíveis. Ela também decorre da concepção da ciência como fenômeno social e resulta em incentivar pesquisas colaborativas que possam trazer benefícios às sociedades.” A USP possui um manual sobre isso, produzido pela Pró-reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), que pode ser acessado aqui.

Por fim, falemos sobre uso da Inteligência Artificial Generativa. Se o uso de instrumentos dessa natureza pode contribuir muito com as pesquisas, eles também podem borrar as fronteiras entre plágio e originalidade, ética e uso de subterfúgios condenáveis.

Para guiar as pessoas discentes no uso ético e responsável de IA, indicamos a leitura do texto de Rafael Cardoso Sampaio, Marcelo Sabbatini e Ricardo Limongi acessível aqui.